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Autoconhecimento

Aqueles que deixam o ego governar suas ações, perdem a oportunidade de verdadeiramente viver e experimentar a essência da vida.


Rancor X Indignação
Sabe qual a diferença entre o rancor e a indignação?
O rancor é o comportamento dos amadores frente a problemas, pois conduzem as questões para o lado pessoal e seus egos os impelem à mágoa, criando o rancor.
Já a indignação é o comportamento dos profissionais maduros, que, frente a problemas, não se conformam com injustiças ou desajustes e querem lutar para corrigir o que deve ser corrigido.

Reputação.
A sociedade inteira funciona por reputação.
É uma constante preparação de si, para uma, também constante, comparação com os outros.
Então, ao mesmo tempo que eu me preparo, luto contra a percepção que eu tenho da reputação do outro, não o percebendo, não o valorizando, pelo contrário, buscando desvalorizá-lo.
Isto é, no âmbito de minha interação com o outro, sempre procuro mostrar-me mais importante que ele.
Valorizo-me em detrimento do outro.
Então, temos dois cenários de atuação individual: um, na tentativa de construir a nossa reputação causando percepções dos outros sobre nós, e, outro, no âmbito da não percepção e não reconhecimento dos méritos e da reputação do outro.
Cria-se na sociedade, indivíduos não colaborativos, competitivos e sempre antagônicos em energia, em amizade, em amor.
São indivíduos que constróem e vivem para seus egos ao mesmo tempo em que pouco interagem com o outro ou interagem mas de forma não integral, jamais expondo sua vulnerabilidade e jamais vivendo sentimentos reais.


Culpa.
Somos muito moralistas.
A maior parte de nossa culpa é de cunho moral e normalmente desnecessária.
E, cá entre nós, carregar culpa desnecessária, é desnecessário, né?


Não se apequene.
Por mais que a vontade te impulsione.
Por mais que o desejo te guie e até te force.
Se você já teve o insight, lute. Se você já "viu a luz"...lute.
Se você sente que há um caminho que é engrandecedor e outros que só atendem a desejos...lute.
Seja um só.
Não seja muitos.
Seja você.
Um só você.
Um bom você.
Um grande você.
Opte pelo bom caminho.
Opte pelo caminho que vai gerar um bom você.
Acredite, é a sua luta mais difícil, mas a que mais vale a pena.

Na medida em que você evolui, você passa a amar os animais.
Evoluindo ainda mais…as pessoas. Qualquer pessoa.
Todas as pessoas.
Todos os seres.
Todas as coisas.
O verdadeiro deleite da vida é amar, tudo, incondicionalmente.


O sentido da vida.

Não, o sentido da vida NÃO é a morte como diz Eduardo Marinho.
O sentido da vida é a evolução. A transmutação do que somos para algo melhor.


No século I a.c., o general romano Pompeu, encorajava marinheiros receosos, inaugurando a frase “Navigare necesse, vivere non est necesse.”
O poeta italiano Petrarca imortalizou a expressão “Navegar é preciso, viver não é preciso.”
Fernando Pessoa melhorava com "viver não é necessário, o que é necessário é criar".
Concordo.
Me sinto mais vivo quando crio. Música, solos, contos, frases, pensamentos, idéias, negócios...me sinto vivo.


Não confundam Reclamões com Pessimistas.
O reclamão muitas vezes é uma pessoa otimista só que está passando por maus momentos e reclama de todo o pequeno azar que lhe acontece.
Tem também o reclamão otimista que é reclamão em tempo integral, é claro.
O reclamão otimista não vê a coisa pelo lado negativo. Pelo contrário, vê pelo lado realista.
Ele vê a coisa como deve ser, mas não quer aceitar a má sorte dele, então reclama do azar que está tendo.
É claro que tem o reclamão pessimista. Eu só estou falando que nem todo o reclamão é pessimista e, por isso, descrevo o perfil.

Portanto, pense duas vezes antes de dizer para um reclamão: “pare de ser pessimista e ver pelo lado ruim” pois ele pode só estar reclamando de uma sorte ruim e sendo mais realista que você em relação aos casos.
O que não impede de você dizer: Pare de ser tão reclamão!!!!


Agradar e ser perfeito

Uma das coisas mais relevantes em nossas vidas, quando se inicia no "mundo social" criando amigos e construindo relacionamentos, é nos mostrarmos bons para os outros. Todos nós queremos ser boas pessoas.
Não queremos que os outros nos vejam de forma ruim. Pelo contrário, identificamos o que parece ser o que cada "outro" tem de imagem e impressão sobre nós e nos esforçamos para melhorar essa impressão.
Isso vira um trabalho constante e quase obstinado nosso.
Ocorre que alguns "amigos" não só nos vêem de forma ruim, como fazem questão de nos forçar a um comportamento ruim. Literalmente e efetivamente te manipulam para que você se comporte do jeito que eles te vêem e querem que você seja. Essas pessoas são aquelas, hoje em dia, tão faladas "pessoas tóxicas".
Dica 1: Afaste-se dessas pessoas.
Dica 2: Pare de tentar ser perfeito. Relaxe, curta seus amigos e relacionamentos sem receios ou expectativas.


Aprender e mudar

Se você realmente aprende, os seus erros passados não representam quem você é, mas quem você era.
É claro que isso é mais importante do ponto de vista de nossa expectativa com os outros. Isto é, desapegue-se do que você acha que sabe dos outros, pois eles não são mais aquilo (via de regra).


Dádiva sim, fardo não.

Viver o dia a dia como se o dia fosse uma dádiva.
A tua família é uma dádiva.
O que tu tem é uma dádiva.
O que tu entende do mundo é uma dádiva.
Quem te rodeia é uma dádiva.
A tua situação é uma dádiva.
Teus amigos são uma dádiva.
E não “a minha vida é um fardo”.
Viver como se a vida fosse um fardo destrói tudo isso.
Tira toda a beleza da coisa.
Tira todo o sentido da vida.


As Expectativas

Normalmente se diz: o problema de tua expectativa é teu!
Dissemos que não somos responsáveis pelas expectativas que os outros criam de nós e de nossos comportamentos.
Entretanto…
A condição de termos ou não influenciado nessa expectativa, faz toda a diferença
Às vezes por irresponsabilidade, às vezes por estratégia e interesse, às vezes por descuido, motivamos e até forçamos expectativas alheias.
Nestes casos, somos sim muito responsáveis pelas expectativas e não é possível lavar as mãos quanto aos impactos e resultados de uma quebra dessas expectativas.
Um amante que promete amor único e eterno, mas descobre-se ser casado.
Um amigo que estimula uma percepção de importância e valor do outro, mas que não o convida para uma festa ou não se regozija com os feitos do outro (a velha inveja).
Uma expectativa construída assim, é um compromisso. A quebra deste compromisso deve ser assumida.


Quando tu acredita muito em tua lógica racional de aprendizado, pois realmente ela está boa, o céu é o limite.
É só absorver, absorver...
A "lógica racional" que comento é o "pensamento científico", onde você consegue "debugar" as informações gerando conhecimento.
É o pensamento onde tudo pode ser racionalizado. Tudo pode ser compreendido (desde, é claro, que se faça o processo de busca das informações).


Somos um completo mix dos outros.
Tudo aquilo que, em nossos anos passados, tivemos de experiência com outras pessoas, faz o que somos em comportamentos.
Principalmente nas primeiras décadas, tudo que experimentamos de relacionamento com outras personalidades, se nos impressiona ou nos agrada, escolhemos "pegar um pedaço" e colocarmos em nós.
Somos esse mix.
Você consegue ver em você, eventualmente, partes de seus conhecidos?
Uma risada, um gesto, uma opinião, um nojo, um gosto…
A maioria desses traços em nós, quando assimilamos, transformamos eles de alguma forma para torná-los nossos. Fazendo assim, esquecemos de onde trouxemos ele.
Entretanto, há traços que assimilamos tal e qual são nos outros e às vezes eles nos "tocam os sinos" quando os expressamos. A sensação às vezes é boa, mas geralmente um pouco angustiante, afinal, não é muito bom nos vermos como "partes não originais" de nós mesmos.


Respeito
No trabalho e na vida, quando alguém começa a falar com você, preste atenção e, de preferência, olhe para a pessoa.
Não é uma questão de fofice, é respeito.


Racionalismo ou Empirismo?
Não vejo porque temos de fazer uma escolha. Entendo que o empirismo é uma forma de, na prática, obtermos experiências e comprovar teorias outrora racionalizadas.
E, por sua vez, o racionalismo é importante para compilar experiências empíricas.
São complementos.


Vivemos para trabalhar?
ou
Trabalhamos para viver?
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Creio que de uma forma geral, trabalhamos para viver.
Não falo do Brasil nem de sociedade alguma, mas do ser humano em sua necessidade de sobreviver.
O animal humano precisa, como qualquer outro, batalhar por sua subsistência, seja ela bruta, como nos tempos primários do ser humano, seja ela em grandes centros urbanos como atualmente.
Viver para trabalhar me parece uma distorção do comportamento humano, onde a pessoa simplesmente esqueceu de seus mais básicos objetivos.
Creio que o único cenário positivo que há em "viver para trabalhar" é quando o trabalho se tornou algo muito prazeroso para a pessoa e esta se dedica com prazer a seu labor. Caso clássico de artistas apaixonados pela sua arte (mas não só artistas).


As segundas intenções nos consomem.
Principalmente quando são no sentido do controle ou dominação das pessoas.
Um ambiente repleto de segundas intenções dá taquicardia.
Somente duas intenções devem reger nossos comportamentos quando em interação com outras pessoas: a dialética e a gentileza.


Como disse Carl Sagan, não é possível convencer um fanático de alguma coisa, pois suas crenças não se baseiam em evidencias, baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar.
São pessoas comuns e estão entre nós. É muito fácil ser fanático.
Um fanático não se vê como fanático, mas se você tenta mostrar a verdade, você é o fanático. Aliás, essa é uma das principais defesas do fanático: acusar de fanatismo quem o confronta com informações e com a lógica racional.


Vejo que para muitas pessoas, enquanto falam, a tosse surge.
E não é a tosse que interrompe a fala, mas a fala que solicita a tosse.
Usam a tosse como um subterfúgio do pensamento. Como uma emenda de frases e palavras.


Todo o bom "loser" tem ídolos.
Perdedores adoram idolatrar.


A pessoa começa vendo que os outros têm tantas opiniões e se sente diminuído.
Aí decide "buscar suas opiniões" por aí.
Acumula diversas "opiniões" e se sente bem melhor.
Mas as opiniões não são suas.
Tornou-se um zumbi de suas supostas opiniões.
Ah, como é importante não buscar opiniões.
Ah, como é importante cagar e andar para os "cheios de opiniões".
Ah, como é importante se auto-observar para nunca vomitar as tais opiniões que, as vezes, entram sozinhas.
Ah, como é importante estar livre de opiniões dos outros para poder, aí sim, mudar ao sabor de suas próprias conclusões e entendimentos.
Isso sim é LIBERDADE.


As pessoas demoram a crescer.
Seus egos às impedem.


A morte…
Como será o "lá"?

"Quando morremos nós encontramos todos lá, do outro lado"
Não seria bom? (ou, não será bom?)
Todos lá.
Sem distinção alguma.
Todos somos iguais lá.
Não moramos em lugares diferentes. Moramos lá.
Vivemos lá.
Conversamos todos entre si.
Somos todos iguais.
E todos nós gostamos de conversar entre nós.
Não há distinção alguma.
Todos somos iguais.
Lá, todos nós, vivemos iguais…

Lá, podemos ser iguais, mas aqui, pelo visto, jamais seremos...


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