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Relacionamentos & Comportamentos

Conciliação.
Quando se chega num ponto de ruptura, onde a discussão toma proporções inadequadas numa amizade ou parceria, o que é necessário, antes de qualquer coisa, é ter o carinho pela outra parte.
Ter carinho significa dizer que a outra parte tem um bom significado para você. Significa dizer que você vê a outra parte de forma positiva e que faz sentido, para você, seguir amigo e parceiro dessa pessoa.
Isto é, independente do estresse do momento, você permanece na intenção de ajustar as coisas porque aquela pessoa faz sentido para você. Faz sentido manter aquela pessoa com você.
Tendo esse carinho, nas duas partes, é preciso que ambos se decidam por ouvir.
O processo é bastante simples: cada um fala o que quer falar, sem a intenção de convencer e muito menos agredir, enquanto o outro ouve, de mente aberta, e se limita a dizer "entendo" a cada informação, percepção ou sentimento, declarado por quem fala.
O trabalho, nesse momento, de quem ouve, é realmente entender a contraparte de forma a conseguir realmente assimilar os elementos de forma suave e profunda.
Novamente, não é para ser convencido, mas para se dar o espaço e a atitude de ouvir, com carinho, o que o outro tanto precisa falar.
Feito isso nos dois lados, torna-se quase impossível que o conflito se mantenha.
Na maior parte das vezes, em meio a conflitos, não vemos o que causamos nos outros. E, quando seguimos num mesmo sentido, agravamos o impacto sem saber.
É preciso parar o quanto antes e ouvir.
O processo de conciliação precisa ser antes do rancor e as ações destruirem a relação.
De fato, a conciliação deve ser algo inserido na vida das pessoas de forma que, ao primeiro sinal de conflito, já seja possível executar essa simples estratégia de ouvir e entender.
A que se lembrar e reforçar que a ética e o real carinho sempre precisam estar por trás.
O carinho é algo que se nutre, mas ele também é destruído, dia após dia, pelo rancor. Pessoas que se entregam ao rancor ou não possuem uma ética minimamente evoluída, não vão estabelecer o processo de conciliação. Elas não terão interesse em reatar. Para esses casos, não há solução.


Modo Guerra.
O cara, quando entra no "modo guerra", se torna incapaz de ouvir qualquer argumento, incapaz de ter empatia, incapaz de soltar-se de seus argumentos iniciais.
Tudo o que ouve são elementos para poder usar em seu “cinto de utilidades” contra o outro, em sua guerra iniciada.


Traição.
Se alguém te acusa de traição, a primeira coisa que tu faz é perguntar: quando? como? com quem?
Só negar e ainda indignar-se com a acusação, não serve para nada, a não ser para ampliar o problema.
Se um sócio, ou amigo, diz que se sentiu traído por você, o que você deve fazer? Perguntar!
Mas o culpado, ou obtuso, se restringe a indignar-se e ainda contra-acusar de injustiça, oferecendo um rompimento.
Esse comportamento, é uma segunda traição.
Mas… vai falar pra pessoa isso…


Ética não é para os fracos.
Não é para os fracos de alma.
Não é para os fracos em pensamento.
Não é para os fracos em conceitos.
Não é para os fracos em conhecimento.
Não é para os fracos em moral.
Não é para os fracos em respeito.
Não é para os fracos em paixão, foco e constância.
Não é para os fracos em humanidade.
Ética, definitivamente, não é para qualquer um.

Alguns respiram e transpiram Ética.
Alguns precisam se esforçar.
Mas há os que não entendem, não conhecem, não sabem, não querem saber, desprezam, são vis, são baixos, são rasos.

A Ética é o que sustenta um casal.
A Ética sustenta relações.
Sustenta amizades.
Sustenta sociedades.
Sustenta a própria humanidade.

O que seria de nós, humanos, sociedades, comunidades e todo o tipo de agrupamentos que, ao longo de nossa evolução, foram nos sustentando como povos e grupos sociais, sem a Ética?

Sem a Ética, nos devoramos.
Sem a Ética só sobrevivemos.
Sem Ética, vale a lei do mais forte.
Sem Ética, somos só uma espécie vil, violenta, feia, pobre e desprezível.

A Ética é que nos faz crescer e superar.
A Ética nos faz transpor e alcançar.
A Ética nos faz brilhar como seres humanos.
ÉTICA
A Ética consolida a alma dentro de nós.
Sem a Ética, somos só corpo.
Com a Ética, somos Tudo.
Com a Ética somos algo transcendente.
A Ética nos faz transcender a nós mesmos.

Nós só somos Nós, por causa da Ética.
Sem ela, somos pó…


Não é Inteligência Emocional

Às vezes confundimos inteligência emocional com covardia somada a falta de capacidade intelectual.
A covardia somada à limitação intelectual causa o rancor, e o rancor é muito perigoso pois ele não precisa de argumentos. O rancor só precisa de sí mesmo e de raiva. O rancor é a vontade básica e irracional de “dar o troco”. O rancor, quando vêm à tona, faz a pessoa cuspir argumentos ilógicos, mas intensos. Quando ele vem à tona, ele não permite à pessoa dar um passo atrás. Ele a faz atacar e atacar. Não há qualquer possibilidade de acordo e muito menos de um pedido de desculpas.
Depois do estrago feito pelo rancor, é muito difícil a pessoa voltar atrás pois, via de regra, a pessoa que deixou-se tomar pelo rancor, não tem a capacidade de revisar, racionalizar e concluir que errou, que não ouviu, e que só vociferou seus argumentos, babando pelo canto da boca.
Pessoas que se deixam acumular sentimentos rancorosos, um dia explodem e são irracionais. Sempre explodem.
Pessoas rancorosas não são, deforma alguma, inteligentes, e muito menos têm inteligência emocional. Pelo contrário, mal aprenderam a guardar suas experiências pois acumulam pontos de vista errados.
Acumulam rancor.


Sabe porque, meu amigo, que eu não te critico?
Porque não se critica amigo.
Amigo se aceita.
Sabe o que é amar?
Amar é, acima de tudo, aceitar.
Não se ama querendo mudar o outro.
Se ama aceitando tudo que o outro é.
A amizade é fruto do amor.
Ser amigo é aceitar em 100% o que o amigo é.
E, ao aceitar, não se critica.
Porque é mais fácil ter “amigos de verdade” antigos do que novos?
Porque a gente aceita mais facilmente os amigos antigos. Já conhecemos seus defeitos e aceitamos eles como são.
Já, com novos amigos, nossa tendência é ver intensamente seus supostos defeitos. Não conseguimos deixar de ver esses defeitos e acabamos por nunca nos disponibilizando à eles de forma vulnerável e plena.
Não conseguimos aceitá-los.
Mas, mesmo para os velhos amigos, frequentemente achamos que podemos e até devemos criticar algo.
Resolvemos, de forma estúpida, “dar as quentes” para um amigo.
Veja bem, uma coisa é ter uma DR (discussão de relacionamento) com um amigo, outra é criticá-lo. Uma DR é sempre bem vinda, desde que com boas intenções.
Mas a crítica não faz sentido!
Não se critica quem se ama, se aceita!!
Estamos sempre achando que podemos mudar as pessoas.
Passamos horas, e durante anos, para achar “o jeito certo” de “falar aquilo” para que caia a ficha no amigo.
NÃO!!
Nenhum de nós tem a capacidade de mudar o outro!
As pessoas só mudam por sí, e ao seu tempo.
Os processos de mudança pessoal são internos, longos, dolorosos, intensos e muito, muito particulares. Eles simplesmente não dependem de “um esclarecimento seu” sobre algo.
Um bom amigo, ou aceita ou não é um bom amigo.


O fato de você não dever nada ($) não significa que você não deva nada (moral/ética).


Não, você não está ensinando nada a ninguém, porque você não é mestre de porra nenhuma.
Você está é criticando!
Assuma seu lado mau e pare de disfarçar que é um lado bom. Isso te torna uma pessoa tóxica!!


Impressionante e triste como algumas pessoas quase se dedicam a mostrar que outros, geralmente amigos próximos, não são aquilo que eles parecem pensar que são. Querem "colocar eles no lugar deles".
Essas são as grandes pessoas tóxicas que conhecemos.
Nós simplesmente precisamos nos achar bons pois é isso que nos tira os limites e nos faz crescer. Ter pessoas que constamente trabalham para nos mostrar que não somos "tudo isso" é a pior escolha que podemos fazer.


Caminhantes estéricos

Estou na beira da praia, guarda-sol, cadeira e olhando as pessoas.
Nunca vi tanta gente caminhando na praia.
Tirando os bem velhos e os bem gordos que, esses clara e obviamente caminham para buscar uma melhor saúde, o restante, que é a grande maioria, passam meio que desesperados, buscando queimar aquelas gordurinhas e ficar mais apresentável para o mundo e o sexo oposto.
Há um desespero em estar bonito, ou em não estar tão feio.
Tentam recuperar a forma perdida numa caminhada estérica.
Não vão. Mas continuam estéricos


PESSOAS TÓXICAS
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Relaxa a curte.
É assim que se vive, é assim que se cresce.
Só que não dá para curtir, não dá para progredir, junto com quem não te curte.
Não dá para relaxar quando tem alguém que não espera o melhor de você. Principalmente se essa pessoa espera o teu pior.
Algumas pessoas são tão tóxicas que elas realmente esperam o teu pior, e, mais, deixam claras as suas expectativas. Elas se regozijam, timidamente (para não ficar “fêio”), de seus fracassos. Isso é o puro tóxico, porque, na próxima vez que vamos interagir com uma pessoa assim, já ficamos receosos de errar e temos algo pela frente que é combater a expectativa do cara tóxico e aí…não têm como curtir. Você só estará lutando para ser o seu básico.
Pessoas tóxicas nos impedem de curtir e de evoluir, pois é curtindo ao extremo que se libera o poder do crescimento e sofisticação da vida.


Tem gente que não merece a temporária arritmia de nossos corações para ser xingada. Mesmo que nos dê muita vontade...


O Hipócrita Disfarce da Mudança

Sabe aquela pessoa que faz merda sempre.
Aquele amigo, ou namorado(a) que trata mal sempre, não valoriza…tem ranço em várias coisas com você, sabe-se lá por que…e, de repente, exagera? Faz um merdão?
Aquele que, depois do merdão, resolve “ser melhor” para corrigir a merda, mas esse “ser melhor” é um disfarce, pois ele mesmo sabe que não vai melhorar. Já fez isso muitas vezes. É um disfarce.
E os que ele atinge, também sabem disso. Sabem e vêem ele novamente vindo pra disfarçar ser bom. E tu, meio que é obrigado a aceitar, obrigado a ser hipócrita pois, ora... como reagir a uma suposta pessoa boa?
E segue o hipócrita disfarce da mudança…


Sabe aquele amigo que acha que pode ser desagradável com os outros, mas quando é com ele fica puto da cara?
Pois é, tá cheio...


ELOGIO não é RECONHECIMENTO.
Confundimos muito os dois.
O ELOGIO é ruim. Bem ruim. Ruim para quem recebe, tanto no âmbito pessoa quanto profissional.
Ao recebermos um elogio, tendemos a acreditar nele. Até porque está implícito que precisamos agradecer à quem o dá.
E isto piora ainda mais as coisas pois o elogia acaba sendo muito usado como mecanismo de controle e manipulação das pessoas.
Elogiar alguém pode ser uma enorme arma de manipulação emocional e comportamental.
Uma das formas mais rápidas de conseguir a aliança de alguém, mesmo alguém arredio, é elogiar. Um elogio "verdadeiro" é sempre algo muito bem vindo para quem o recebe.
E deve ser, isto é, não devemos ser rudes e desmerecer o elogio recebido, mas devemos, dentro de nós, não deixá-lo criar qualquer raiz, seja ela de conforto ou desconforto.
Precisamos somente receber o elogio. Sem avaliá-lo ou nos emocionarmos. Agradecer, sorrir e … do que falávamos mesmo?

Já o RECONHECIMENTO é essencialmente bom.
Ruim é não tê-lo.
O reconhecimento é uma necessidade para as relações.
Evidente que a linha que mede o que deve ser reconhecido e o que é "normal", ou até mesmo como devemos reconhecer cada coisa, é sempre um trabalho a ser feito e algo muito flexível.
Mas, mesmo que complexo o retorno de reconhecimento a ser dado, é preciso que façamos esse trabalho.
As vezes é só um olhar, uma piscada, um "quase sorriso",…as vezes é uma medalha, um abraço e lágrimas, um cargo ou grana.
O reconhecimento é uma espécie de "moeda de troca" que é oferecida conforme o impacto do ocorrido. Pode ser um centavo ou milhões.
Não reconhecer pode ser ruim na medida inversa deste impacto. Se uma ação foi muito incrível em seu resultado para alguém, seja que tipo de critério tenha sido usado nessa avaliação, o não reconhecimento pode causar um "débito de reconhecimento" que pode degradar relações e pessoas.

Portanto, o gestor, ou qualquer um de nós que não entender a diferença entre ELOGIO e o RECONHECIMENTO, pode estar fazendo merda em suas relações e em seu meio social mais próximo.


Menos mazelas
Se soubéssemos o quanto somos responsáveis pela reação dos outros, o quanto a nossa pressão, nosso tom ou mesmo o ponto de vista é capaz de causar reações, as vezes quase sem saída, dos outros…("Do rio que tudo arrasta se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem")…saberíamos que somos co-culpados por quase tudo.
Um pai que pressiona inquisidoramente, um chefe que subestima ou cobra errado, uma mídia que reforça mentiras, um estado que nega o básico ao cidadão…
Teríamos muito menos mazelas sobre nós.
Teríamos melhores relações.


Bullying
A força dos estereótipos é uma das forças mais destrutivas da psique do oprimido, especialmente quando é negativa e de dominação.


Monólogos:
Há quem goste de monólogos.
Quem não permite ou não gosta de interrupções durante uma discussão, acalentada ou não, gosta de monólogos.
Discussões boas são as que são frequentemente interrompidas, desde que com respeito e total pertinência


A pessoa que fala com propriedade e certeza de algo que não conhece bem e ainda fica chateada quando questionada, comete dois erros.


Difícil mudar a intenção?
Mude a expressão.
Pro interlocutor vai funcionar da mesma forma.


Calma!
Quando se está numa simples conversa, sem ânimos exaltados, e se diz "calma" para o outro, o que você faz é forçar uma situação onde o outro estaria em, digamos, "disfunção emocional".
O que não é verdade.
Por isso o "calma" incomoda tanto alguns…
Não o usemos!


Se gostamos de afastar as pessoas, vez por outra somos rudes e toscos.
Se gostamos demais da proximidade, vez por outra somos intrometidos e invasivos.


A pessoa dominadora não, necessariamente, é má.
Mas ela, inevitavelmente, faz o mal, mesmo que homeopaticamente.


Se há algo muito incômodo é a influência dominadora de uma pessoa.
Se há uma coisa maravilhosa é a influência de uma pessoa alegre e inspiradora.


Porque uma relação sem sexo é um problema?
Simplesmente porque o sexo faz parte da vida. A libido o traz.
Então...tem que ter. Ponto.


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